ATYPICAL

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A ultima série que eu assisti foi Atypical, é uma série super curtinha, original Netflix que contém na sua primeira temporada 8 ep de +/- 30 min cada e foi lançada em agosto desse ano.
Escolhi essa série para assistir logo após que eu terminei de assistir Grey’s Anatomy, e a escolha foi por causa do tema principal da trama, TEA (Transtorno do Espectro Autista).  Eu nunca tive convívio com alguém que tenha TEA, mas sempre fui curiosa sobre o assunto. Depois que terminei de assistir a série eu pesquisei mais sobre e aprendi algumas coisas, como por exemplo, TEA é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. E com essas desordens pode causa, dificuldades de comunicação, interação social, interesse obsessivo e comportamento repetitivo.
O TEA pode ser associado com deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e de atenção e, às vezes, as pessoas com autismo têm problemas de saúde física, tais como sono e distúrbios gastrointestinais e podem apresentar outras condições como síndrome de deficit de atenção e hiperatividade, dislexia ou dispraxia. Na adolescência podem desenvolver ansiedade e depressão.
Algumas pessoas com TEA podem ter dificuldades de aprendizagem em diversos estágios da vida, desde estudar na escola, até aprender atividades da vida diária, como, por exemplo, tomar banho ou preparar a própria refeição. Algumas poderão levar uma vida relativamente “normal”, enquanto outras poderão precisar de apoio especializado ao longo de toda a vida.
Então cada pessoa com TEA é diferente, tem suas próprias características. Aqui no Brasil é super comum, em média 150 mil casos por ano. E por mais que não tenha cura, é algo que tem que ser acompanhado através de terapias comportamentais, educacionais e familiares, para desenvolvimento, aprendizagem entre outros.
ATYPICAL
Sam Gardner tem 18 anos, mora com seus pais Elsa e Doug e a sua irmã mais nova Casey. Sam está cursando o ensino médio e ele está em uma fase em que a vida amorosa começa aparecer, e é ai que ele descobre varias coisas sobre o assunto com ajuda do seu pai, da sua terapeuta Julia e o amigo Rashid. No contexto geral a série relata como é a vida de Sam com autismo, as suas limitações, medo, insegurança e desconforto, coisas que ao nosso ver não nos incomoda, mas para quem tem TEA é uma luta constante. Mostra também como é a vida das pessoas que convive com alguém que tem autismo, a rotina, vida familiar e social.
É uma série que eu indico muito, principalmente para aprendermos a lidar com as diferenças das pessoas, pois cada um tem a sua essência e todos devem ser respeitados.
Se você ainda não assistiu, não perca tempo, ou se já conferiu, deixa aqui nos comentários a sua opinião. Até mais 😀

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